sexta-feira, 16 de março de 2018
Histórias da formação do canon biblico
Mais um artigo da séria HISTÓRIA ECLESIÁSTICA:
Nos anos de 320 a 325 quando Constantino ordenou a organização do Concílio de Nicéia, havia espalhados pelas igrejas cristãs mais de 315 textos relativos ao novo testamento, o que era um número absurdo.
Alguns documentos históricos registram como foram escolhidos os canônicos, embora naqueles tempos fosse mais fácil o fanatismo imperar do que a praticidade.
Existem muitas histórias fantásticas da escolha do cânon bíblico, em uma delas os bispos em Nicéia, teriam espalhados vários textos pelo chão e se reunidos para orar, e então durante a oração os quatro evangelhos que conhecemos hoje como canônicos, se levantaram pôr si mesmo e se depositaram no altar da catedral.
Outra versão nos conta que todos os textos foram colocados no altar e apenas os inspirados ficaram, pois todos os apócrifos caíram no chão sozinhos.
Fantasia e misticismo sempre se fizeram presente na história da igreja.
Existem poucos e não muitos documentos como se propaga sobre a formação do cânon Bíblico, se existe a necessidade de inclusão ou alteração do canon bíblico, é um assunto de extrema discussão entre inúmeros acadêmicos, mas seria extremamente difícil a aceitação pela maioria das confissões cristãs.
Por Elessandre Maciel
domingo, 11 de março de 2018
História da Igreja
Da história eclesiástica:
Sobre a história da perseguição imperial aos cristãos da igreja primitiva, houveram inúmeros momentos diferentes, muitos momentos de perseguição e morte, como também houveram inúmeros outros momentos de paz e crescimento da igreja.
Foi o imperador Nero, que estabeleceu a primeira perseguição oficial, depois do grande incêndio de Roma, que ele mesmo iniciou.
Domiciano era o imperador quando João foi exilado na ilha de Patmos, e Adriano desenvolveu o culto ao imperador.
Marco Aurélio, foi o imperador que decretou uma perseguição feroz, mas somente na região da Gália.
Já o imperador Cômodo foi um dos mais tolerantes com os cristãos, tendo a mandado soltar muitos deles que estavam condenados às minas da Sardenha.
Sétimo Severo, decretou que era ilegal se tornar judeu ou cristão.
Mas determinou uma perseguição feroz, somente no Egito, pois tinha em sua corte vários cristãos.
Décio foi um dos únicos imperadores a determinar uma perseguição universal.
Foi em seu reinado que o grande Orígenes sofreu martírio.
Galieno revogou todos os decretos contra os cristãos, e em seu reinado foi um tempo de prosperidade e paz.
Já Diocleciano determinou a última e mais feroz perseguição aos cristãos, pois ele foi o único imperador a ordenar a destruição de prédios das igrejas, bem como a queimar todas as escrituras sagradas encontradas.
Até que finalmente o imperador Constantino fez o Edito de Milão, que extinguiu toda perseguição, e ainda determinou o cristianismo como religião oficial do imperador.
Por Elessandre Maciel
Sobre a história da perseguição imperial aos cristãos da igreja primitiva, houveram inúmeros momentos diferentes, muitos momentos de perseguição e morte, como também houveram inúmeros outros momentos de paz e crescimento da igreja.
Foi o imperador Nero, que estabeleceu a primeira perseguição oficial, depois do grande incêndio de Roma, que ele mesmo iniciou.
Domiciano era o imperador quando João foi exilado na ilha de Patmos, e Adriano desenvolveu o culto ao imperador.
Marco Aurélio, foi o imperador que decretou uma perseguição feroz, mas somente na região da Gália.
Já o imperador Cômodo foi um dos mais tolerantes com os cristãos, tendo a mandado soltar muitos deles que estavam condenados às minas da Sardenha.
Sétimo Severo, decretou que era ilegal se tornar judeu ou cristão.
Mas determinou uma perseguição feroz, somente no Egito, pois tinha em sua corte vários cristãos.
Décio foi um dos únicos imperadores a determinar uma perseguição universal.
Foi em seu reinado que o grande Orígenes sofreu martírio.
Galieno revogou todos os decretos contra os cristãos, e em seu reinado foi um tempo de prosperidade e paz.
Já Diocleciano determinou a última e mais feroz perseguição aos cristãos, pois ele foi o único imperador a ordenar a destruição de prédios das igrejas, bem como a queimar todas as escrituras sagradas encontradas.
Até que finalmente o imperador Constantino fez o Edito de Milão, que extinguiu toda perseguição, e ainda determinou o cristianismo como religião oficial do imperador.
Por Elessandre Maciel
Da história eclesiastica
DA HISTÓRIA ECLESIÁSTICA:
DOS GUERREIROS DO TEMPLO
A história dos templários é marcada por inúmeras tragédias, muitos cavaleiros como Antony de Lorrent, que foi um herói esquecido pela humanidade, pois ele foi um dos cavaleiros pessoais de Godofredo de Bulhões, que se não tivesse salvo a vida do primeiro governador cruzado, talvez a história teria sido marcada por muitas outras circunstancias.
Quando o contingente de Godofredo, deixou a cidade de Acre, deixando ali uma imensa fortaleza construída para que as forças cruzadas e também os peregrinos europeus tivessem um lugar de descanso e também pudessem se preparar para a parte final de sua peregrinação.
Antony de Lorrent era um dos primeiros servos, como eram chamados os lideres dos guerreiros templários, logo abaixo dos mestres do templo.
Quando diante de varias dificuldades e também sob ataque das forças sarracenas, conseguiu liderar os guerreiros templários e também sob sua proteção pessoal, salvou Godofredo de dois ataques de atiradores sarracenos próximo aos muros de Jerusalém.
A tomada de Jerusalém aconteceu no ano de 1099, e Godofredo estabeleceu um governo sobre os princípios feudais. Os guerreiros templários gostariam que Godofredo utilizasse e reivindicasse o titulo de rei de Jerusalém, tendo recusado e entendendo que aquela guerra não era uma guerra de pilhagem, mas a retomada pelos cristãos, da terra que eles consideravam suas por direito natural.
Godofredo de Bulhões aceitou receber o titulo de “Barão e defensor do Santo Sepulcro.
Seu irmão Balduíno tomou o titulo de rei, após a morte de Godofredo, seu corpo foi transportado para França, a pedido do rei francês para que ele fosse enterrado com honras reais.
O reino de Jerusalém até ao ano de 1187, apesar de todos os problemas e ameças que cercavam o reino por todos os lados.
O fato e que o reino sempre se resumiu a cidade de Jerusalém, pois os sarracenos, reconquistaram praticamente todos os lugares que os cruzados invadiram, em menos de 55 anos.
POR ELESSANDRE MACIEL
DOS GUERREIROS DO TEMPLO
A história dos templários é marcada por inúmeras tragédias, muitos cavaleiros como Antony de Lorrent, que foi um herói esquecido pela humanidade, pois ele foi um dos cavaleiros pessoais de Godofredo de Bulhões, que se não tivesse salvo a vida do primeiro governador cruzado, talvez a história teria sido marcada por muitas outras circunstancias.
Quando o contingente de Godofredo, deixou a cidade de Acre, deixando ali uma imensa fortaleza construída para que as forças cruzadas e também os peregrinos europeus tivessem um lugar de descanso e também pudessem se preparar para a parte final de sua peregrinação.
Antony de Lorrent era um dos primeiros servos, como eram chamados os lideres dos guerreiros templários, logo abaixo dos mestres do templo.
Quando diante de varias dificuldades e também sob ataque das forças sarracenas, conseguiu liderar os guerreiros templários e também sob sua proteção pessoal, salvou Godofredo de dois ataques de atiradores sarracenos próximo aos muros de Jerusalém.
A tomada de Jerusalém aconteceu no ano de 1099, e Godofredo estabeleceu um governo sobre os princípios feudais. Os guerreiros templários gostariam que Godofredo utilizasse e reivindicasse o titulo de rei de Jerusalém, tendo recusado e entendendo que aquela guerra não era uma guerra de pilhagem, mas a retomada pelos cristãos, da terra que eles consideravam suas por direito natural.
Godofredo de Bulhões aceitou receber o titulo de “Barão e defensor do Santo Sepulcro.
Seu irmão Balduíno tomou o titulo de rei, após a morte de Godofredo, seu corpo foi transportado para França, a pedido do rei francês para que ele fosse enterrado com honras reais.
O reino de Jerusalém até ao ano de 1187, apesar de todos os problemas e ameças que cercavam o reino por todos os lados.
O fato e que o reino sempre se resumiu a cidade de Jerusalém, pois os sarracenos, reconquistaram praticamente todos os lugares que os cruzados invadiram, em menos de 55 anos.
POR ELESSANDRE MACIEL
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