quinta-feira, 25 de junho de 2020

Das cidades da Antiguidade





A CIDADE DE PELÚSIO





Era uma cidade no extremo nordeste do Delta do Rio Nilo, a cerca de quase dois quilômetros do Mar Mediterrâneo.
Seu nome tem um significado peculiar em grego “cidade da lama”, É uma evidencia de um erro em sua etimologia. Pois o nome egípcio Sin foi confundido com sin, escrito em letra minúscula tem seu significado de “lama” em egípcio antigo. A  cidade conhecida na antiguidade por sua fabricação de linho e sua produção de bons vinhos de variados tipos de uvas, O sítio arqueológico da cidade, mostrou que havia vários pontos de produção de vinho, e assim acabou virando também um grande entreposto comercial, que vinham comerciantes de toda a região do Egito, da Grécia e até do oriente para comprar seus vinhos. Suas áreas de produção de linho, também eram bem extensas, principalmente durante o período romano. A cidade também adquiriu uma importância militar como uma fortaleza na fronteira com a Síria. O profeta Ezequiel nas Escritura Sagradas do Antigo Testamento bíblico chamou a cidade de “um lugar seguro do Egito”. Pois foi um campo de numerosas guerras. Em 525 a.C. Cambises o rei persa, filho de Ciro o Grande, derrotou os egípcios nos arredores da cidade, e assim fez de toda essa região e do Egito uma província persa. Em 343 a.C. Ela foi defendida por Artaxesxes em uma guerra contra os gregos e também em 333 a.C., Alexandre o Grande em guerra sua guerra contra os persas, conseguiu a rendição de todo o destacamento persa e assim teve início a sua helenização do Egito. Em 169 a.C., a cidade foi cercada e tomada por Antíoco IV.
No ano de 55 a.C. O general Gabínio e Marco Antônio cercaram e tomaram a cidade para os romanos, contra um grande exército selêucida.
Finalmente o jovem Otaviano, ocupou a cidade em 30 a.C., em sua guerra contra Marco Antônio e Cleópatra, tomou a cidade e durante o reinado construiu um grande entreposto, revitalizou as adegas da cidade, e um posto militar, e assim durante o Império Romano a cidade foi uma importante estação na rota para o Mar Vermelho.





History of Egpty – 1988 –  Grand Rapids - A. Rupprecht



Elessandre Maciel

Das cidades da Antiguidade

EN-DOR






En-Dor era uma cidade do território de Israel, que de acordo com os textos judaicas, era destinada ao povo da tribo de Manassés, pois havia uma grande quantidade de membros desta tribo que vivia no local.
Por ser um local de muitas plantações e um bom arejamento seu nome tem o significado de “fonte de habitação”. Os primeiros povos que viveram no local foram tribos que foram expulsas de Ur e região, em sua maioria era composta de escravo livres, guerreiros ou escravos velhos, pois nas listas cuneiformes de Ur, En-dor era citada como a cidade dos habitantes de trapos.
Depois, quando os cananeus começaram a habitar na região, a cidade chegou a ser um dos centros de adoração ao deus baal cananeu.
Quando da conquista dos hebreus a região, a cidade acabou absorvendo inúmeros cananeus que não queriam ir embora, ou viver em guerra com os hebreus.
Historiadores e arqueólogos identificam a En-dor, com a histórica cidade de Endur, localizada a 6 quilômetros do Monte Tabor e a cerca de 10 quilômetros e sudoeste da cidade de Nazaré, no declive norte do pequeno Hermon, atualmente denominado de Nebi Dahi.
Nas cercanias da cidade existem inúmeras cavernas em que foram encontrados inúmeros artefatos de vários períodos históricos da antiguidade.
Estatuas do deus baal, altares de adoração, inúmeras moedas israelitas, e um dos achados mias interessante foi uma inscrição ao deus babilônico marduk.
A cidade também mencionada na lista de cidades tomadas de Tutmés III, nos anais de Senaqueribe, quando da destruição do reino do norte de Israel, Senaqueribe conta que a cidade de En-Dor o recebeu como um deus conquistador.
Nos escritos de Nabucodonosor, a cidade é contada como uma das cidades conquistadas do reino dos judeus.
Durante o período selêucida En-Dor praticamente virou um vilarejo que comerciantes e agricultores, pois a cidade não teve muita importância para os gregos, já no período de Roma, as coisas mudaram durante o reinado de Tibério, que havia visitado a cidade durante uma de suas campanhas como general no oriente médio, ele mandou revitalizar a cidade, além construir uma grande guarnição romana, construiu e reformou várias casas para os soldados romanos, fazendo com que En-Dor viesse a ter uma grande população.
Durante o período moderno, desde a idade média, Endur vinha sendo ocupada pelos árabes, que abandonaram o controle da cidade em 1948, durante a guerra árabe judaica, onde após o final da guerra, os israelitas estabeleceram uma colônia e modernizaram o local, chamando de Ein-Dor.
En-dor formava parte da planície de Quisom, e assim durante muito tempo, fez parte do campo de batalha de Megido.
Foi cenário de inúmeras batalhas israelitas, e uma de suas mais famosas, foi o lugar de acampamento do exército do rei israelita Saul, antes da batalha com os filisteus.
A cidade também ficou famosa por ter sido o local aonde o rei Saul, buscou ajuda de uma médium nas horas mais incertas do final da batalha.






En-Dor – A. C. Schultz – Grand Rapids – Zodervan – 2009.





Elessandre Maciel

Das cidades da Antiguidade



Icônio





Icônio era uma cidade da Ásia Menor, atualmente a cidade é chamada de Konya na Turquia. De acordo com Xenofonte, Icônio era a última cidade da região da Frigia para quem viajava para o Leste. Durante os tempos dos governos selêucidas e durante o império romano a cidade era considerada a principal cidade da região da Licaônia.
As origens da cidade nunca foram plenamente descobertas pelos historiadores, mas Icônio é uma palavra de origem frigia, e foi criado um mito para dar um significado grego ao seu nome.
A lenda diz que o Rei Nanacos, o Matusalém frígio, fez uma profecia de que haveria um diluvio quando de sua morte. O rei conclamou o povo ao arrependimento e súplica, e por causa disso, a expressão “o pranto pelo dia de Nanacos” se tornou um provérbio de acor com Herondas o escritor do 3º século a.C.
A enchente veio como havia sido profetizada e quando as águas baixaram, Prometeu e Atena refizeram os homens por maio de imagens moldadas em lodo.
Outra lenda semelhante esta relacionada ao nome de Perseu e uma imagem das Górgonas apresentadas a ele.
A arqueologia demonstrou através de várias escavações feitas por estudiosos turcos que a história da enchente não indica influencia judaica, pois a região estava de fato sujeita a vários tipos de inundações. Icônio era uma cidade antiga frigia, que foi transformada em cidade grega através de sua colonização. 
Durante o império romano as cidades escolhidas como fortaleza foram Listra e Antioquia, ficando Icônio permanentemente como uma cidade grega, durante o governo do imperador Adriano, ele transformou a cidade em uma colônia romana, mas praticamente não mudou a estrutura da cidade, construindo apenas uma vila para suas visitas.
Durante o governo de Cláudio, a cidade recebeu uma maior atenção em termos de organização, devido a ser um lugar rico e fértil.
Como uma cidade do centro gálata da Ásia Menor, Icônio compartilhava uma grande fortuna na região, e por conta disso no 3º século a.C., a cidade caiu sob o domínio dos monarcas selêucidas da Antioquia da Síria, depois de aproximadamente uma geração sob essa subserviência, Icônio foi conquistada pelos reis do Ponto, para depois de quase 10 anos, ser libertada como um gesto politico durante as guerras de Mitríades com o Império Romano.
Em 39 a.C., o general Marco Antônio passou a cidade para Polemão, rei da Cilicia da Trácia, e três anos mais tarde, para Amintas, que se tornou rei da Galácia, depois da morte de Amintas, Icônio se tornou novamente uma unidade independente, e como cidade grega a cidade era governada por uma assembleia de cidadãos.
Trezentos e vinte quilômetros quadrados de planície fértil rodeiam o local, e essas planícies são frescas, bem irrigadas e arborizadas.
Durante as escavações no sítio local duas construções surpreenderam os arqueólogos, um grande templo dedicado ao deus grego Poseidon e também uma grande ruína de uma igreja bizantina com vários mosaicos dos apóstolos de Cristo, apesar de ter tido uma comunidade judaica, não foi encontrado nenhuma sinagoga nas ruínas, foram encontradas também numerosas inscrições cristãs do século 3 d.C., em diante, até o período bizantino.




Xenofonte – Anábis – Livro 1

Icônio – E.M. Blaiklock – Grand Rapids – Zodervan – 2009.




Elessandre Maciel

Das cidades da Antiguidade

                                    A cidade de Medeba





Uma cidade moabita na antiga região da Transjordânia, tem o seu significado em hebraico de água de quietude, por causa de várias pequenas fontes existentes na região, que na antiguidade traziam um som leve, e de acordo com textos antigos, era um tipo de local para se isolar.
Sua localização é cerca de 25 quilômetros ao sul de Hesbom, a vila moderna que fica no platô da localidade chama-se Madaba.
As primeiras referências de Madeba se encontram em textos da biblioteca assíria de Sargão, nos textos de Flávio Josefo e na Bíblia Sagrada onde é referido no canto de vitória de Israel sobre os moabitas.
Depois da vitória de Israel sobre Siom e Moabe a cidade foi entregue por Josué a tribo de Rubem.
Mas após a derrota de Israel para os assírios a cidade foi entregue a Mesa rei de Moabe que era vassalo dos assírios.
A região foi durante séculos um verdadeiro local de inúmeras disputas entre israelitas, os povos amonitas que eram amorreus da Mesopotâmia e também pelos sírios moabitas, no sítio arqueológico no local foi encontrado uma placa de barros chamada de “Inscrição Messa”, nela está contido que a cidade de Medeba tinha pertencido aos reis israelitas Onri e Acabe, mas Mesa, rei de Moabe, capturou a cidade com ajuda do exército assirio e a reconstruiu e cidade ficou pertencendo aos moabitas até o período dos gregos, quando o próprio Alexandre o Grande, entregou a cidade aos nabateus que haviam entregado toda a região por atitudes espontâneas.
Durante a revolta e os governos Macabeus em israel, e após a morte de Antioco, a cidade foi tomada pelo macabeu Hircano e depois de 20 anos João Hircano II, a devolveu ao rei Aretas, rei da Arábia.
Durante o período romano, a cidade foi primeiramente reformada pelo general Marco Antônio, que construiu uma guarnição na cidade, e durante o governo de Tibério, a cidade ganhou banhos romanos e um grande aqueduto.
No governo de Adriano, todas as sinagogas da região foram destruídas e somente após o governo de Constantino é que a comunidade de judeus pode voltar a residir na região.
No período bizantino, Medeba era aparentemente uma cidade rica, pois nas ruínas da cidade antiga, existem vários pavimentos mosaicos, e muitos estão parcialmente preservados.
Principalmente pelo mapa em mosaico da Terra Santa, datado do final do século 6 d.C., descoberto no ano de 1884.
Infelizmente grande parte do mosaico foi danificada por construção posterior de uma igreja, mas uma boa parte dele pode ser visto no pavimento construído dentro desta mesma igreja.




Flávio Josefo – Antiguidades Judaicas – 1998 

D. Baly - The Geography of the Bible - 1957 - Ed. P. A. Verhoef – 2008.

Medeba – P. A. Verhoff – Grand Rapids – Zodervan - 2009





 Elessandre Maciel

Dos Lugares da Antiguidade







A fortaleza de Massada



Massada é uma fortaleza natural, no lado oriental do Deserto da Judeia, próximo a praia oeste do Mar Morto, a localidade tem cerca de 80 mil metros quadrados, e se eleva quase na perpendicular cerca de 400 metros acima do nível do Mar Morto.
O primeiro Sumo Sacerdote que iniciou a fortificação do local foi Jônatas e depois Alexandre Janeu um dos governantes hasmonianos da Judeia, reforçou toda a fortaleza.
A partir de 42 a.C., a fortaleza de Massada desempenhou um papel importante no conflito entre as casas governantes da Judeia, neste mesmo ano Massada caiu em poder dos seguidores de Herodes o Grande, mas permaneceu sitiada pelos partidários hasmonianos durante mais de 3 anos.
Herodes manteve sua família em Massada durante os anos de luta pelo poder na Judeia, depois de estabelecer seu domínio na Judeia em 37 a.C., com a ajuda dos romanos, Herodes iniciou um esquema de grandes construções em escalas, para assegurar seu governo.
Herodes reconstruiu quase que totalmente Massada, pois reforçou os muros com torres, construiu um Palácio, cisternas e também dois grandes armazéns.
No início da guerra contra os romanos, Massada foi tomada por um grande grupo de judeus zelotes, que eram os fundamentalistas do judaísmo na época.
Todo o arsenal de Herodes que se encontrava em Massada foi enviado para Jerusalém, para que fosse distribuído entre os insurgentes.
Esta fortaleza quase inexpugnável, não escapou da tragédia que foi a guerra contra os romanos, e no ano de 72 d.C., dois anos depois da queda de Jerusalém, a Décima Legião Fretesensis, lideradas pelo governador Flavius Silva, foi deslocada para Massada, e assim foram montados acampamentos, além de pesador instrumentos de cerco foram enviados para Massada.
Massada foi sitiada durante mais de sete meses, até que os romanos com seus pesados equipamentos, conseguiram abrir uma brecha no muro, os defensores zelotes tentaram por várias vezes fechar a brecha, mas não conseguiram, e assim a esperança de resistência se desvaneceu.
O líder judeu Eleasar Ben Yai’r persuadiu todos os seus 960 seguidores residentes, homens, mulheres e crianças, a tirar as próprias vidas, morrendo como pessoas livres, e não como escravos romanos. Quando os romanos conseguiram entrar na fortaleza, no dia seguinte, encontraram somente sete sobreviventes, duas mulheres e cinco crianças, todos os outros tinham se suicidado, depois de queimar seus pertences, os romanos que alguns ficaram atônitos de encontrar corpos de crianças, deixaram os sobreviventes irem embora com vida.
Extensas escavações no local foram feitas desde 1932, e se prolonga até os dias atuais, hoje supervisionados pela Universidade Hebraica de Israel e Departamento de Antiguidades do Estado de Israel.
O grande palácio de Herodes, os armazéns, e o elaborado sistema de suprimento de aguá foram sendo trazidos a tona ao longo dos anos pelas escavações. Os elementos arquitetônicos de Massada mostram detalhadamente o período de transição entre a influência helênica e as características de Roma.
A vida diária do local é bem documentada, pois o clima extremamente seco ajudou a preservação de pergaminhos e papiro, documentos estes que mostravam a vida diária em Massada, bem como vários livros bíblicos. Alguns datados do segundo século a.C.
Foram encontradas também várias centenas de inscrições ostracas escritas em hebraico, aramaico, grego e lati.
Notáveis remanescentes dos instrumentos romanos de cerco, estão espalhados ao redor de Massada e servem como uma das grandes lembranças da história da antiguidade.






Y. Yadin – The Ben-Sira Scroll from Massada Jerusalém – 1965.

Y. Yadin – Massada – Herod’s Fortress and the Zelots – Last Stand – Jerusalém – 1966.

Flávio Josefo – História dos Hebreus – Rio de Janeiro – CPAD – 1990.





Elessandre Maciel


sábado, 2 de maio de 2020

Dos Lugares da Antiguidade







A Fonte de Giom





A mais importante das duas fontes que supria água a Jerusalém, nos tempos da Antiguidade.
Foi a fonte de Giom que determinou o local original da cidade, no monte chamado Ofel, a oeste da nascente. Pelo fato dela se situar fora dos muros da cidade fortificada, os habitantes pré-israelitas fizeram um túnel através da rocha de Ofel, a fim de obterem proteção para o abastecimento de água, quando a cidade estivesse sitiada. O fato de Giom ter sido escolhido pelos sacerdotes de Israel para ungir o rei Salomão.
Cerca de dois séculos e meio após a ascensão de Salomão como rei de Israel, quando o rei assirio Senaqueribe atacou a Judá, o rei Ezequias construiu um novo sistema de água, construindo o famoso túnel de Siloé, para prover uma maneira segura de retirar água da fonte de Giom, dentro da área fortificada da cidade, e assim fortaleceu o muro em toda a sua extensão.
Nos tempos após o exílio na Babilônia, a necessidade de água em toda a cidade cresceu, e assim foram construídos vários aquedutos para trazer água de outros locais mais distantes.
Nos tempos do império romano, Pôncio Pilatos também construiu e reparou alguns destes aquedutos, utilizando dos fundos financeiros do Templo.




K. M. Kenyon – Jerusalém: 3000 Years os History – 1967 – Ed. Rev. - G. G. Swaim – 2009.



Por Elessandre Maciel

Dos Lugares da Antiguidade




Pafos



Duas colônias no sudoeste do Chipre, distinguidas pelos historiadores como Pafos Antiga e Nova. A cidade de Pafos Antiga ( a moderna Konklia) situa-se a cerca de 16 quilômetros a sudoeste da Pafos Nova, a capital da ilha de Chipre nos tempos do império romano.
A primeira era uma colônia fenícia, identificada há muito tempo com o culto da deusa Afrodite, pois um grande templo existia na cidade dedicado para ela.
Pafos Nona cresceu como o porto da Pafos Antiga, depois que os romanos anexaram a ilha de Chipre em 58 a.C., e assim tornou-se o centro do governo romano na ilha. A cidade de Pafos Antiga foi destruída em grande parte por um terremoto em 15 a.C., e depois foi reconstruída com fundos recebidos do imperador e renomeada “Augusta” em honra a Otaviano.
A cidade então foi adornada com edifícios públicos e templos magníficos, havia o famoso santuário de Afrodite e foi adornado como para a mesma deusa Vênus dos romanos.
O maior festival em Chipre era a Afrodisia, que durava três dias a cada primavera, com uma procissão entre a Pafos Antiga e a Nova.
Arqueólogos identificaram o que foi considerado o templo a Afrodite em Pafos Nova, um grande recinto cercado com cerca de 210 metros de leste a oeste e 164 metros de norte a sul.
Pafos sofreu um segundo terremoto em 77 d.C., e foi praticamente destruída por um terceiro terremoto no século 4º d.C., permanecendo por muito tempo em ruínas somente sendo novamente ocupada na era moderna e Pafos Nova, hoje é conhecida como Baffa.
A arqueologia também encontrou uma inscrição de Pafos datando da metade do século 1 d.C., e menciona os nomes do apóstolo Paulo, de Barnabé e também do procônsul Sérgio Paulo, que menciona o encontro de Paulo com Elimas, o mágico, eternizada pelo artista Rafael a pedido da cúria católica romana.



G. Hill – A History of Cyprus – 1940 – Vol. 1 – Ed. Rev. - J. M. Houston – 2008.



Por Elessandre Macie

Das cidades da Antiguidade

A CIDADE DE PELÚSIO Era uma cidade no extremo nordeste do Delta do Rio Nilo, a cerca de quase dois quilômetros do Mar Mediterrâne...