quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Das histórias dos deuses da antiguidade





A deusa mãe e outras deidades.





As culturas da época da idade do gelo esculpiam um tipo de estatuetas que os arqueólogos denominaram como Vênus, mesmo entre as mais variadas estatuetas que foram achadas ao longo do tempo.
Em geral não eram belas, algumas até carecem de feições faciais, outras já tem uma expressão artística próxima da beleza arcaica.
Alguns historiadores acreditam que são a epítome da deusa mãe cultuada desde os povos pré diluvianos.
Pois a divindade era considerada a própria natureza.
Alguns até entendem como ela seja a origem da utilização do termo moderno "Mãe Natureza".
No curso da história inúmeras sociedades  formaram uma espécie de culto a deusa, cada qual com sua particularidade.
Na cidade de Çatalhoyuk na Turquia, foram achados restos de cerca de 140 pinturas e paredes decoradas com referências a deusa mãe.
Algumas destas habitações em que foram feitos esses achados tem mais de 8 mil anos.
Para algumas culturas um pouco mais adiante na história, como  gregos era o templo o centro de ritualística da deusa mãe.
Como os rituais de Elêusis.
Alguns elementos de escrita sagrada com referências a deidade foram encontrados em Chipre e também em Creta.
Inúmeros outro historiadores compraram o culto da deusa mãe com a Ísis Egípcia, com a Ishtar babilônica, etc.
Os agnósticos foram os primeiros cristãos a fazer uma comparação de que Maria mãe de Jesus Cristo, seria a encarnação da deusa mãe.
Pois muitas histórias estão escritas na literatura apócrifa.
Para inúmeros povos primitivos a vida humana emanava da alma, e por isso inúmeras representações que foram feitas eles utilizaram com base as plantas, os animais e até objetos inanimados.
O Egito antigo é a maior das civilizações do passado em que o legado de tal forma de vida que se tem acesso nestes tempos modernos.




Malkowski, F. Edward - O Egito antes dos faraós e suas misteriosas origens pré históricas - 2006 - Ed. Cultrix.





Por Elessandre Maciel

Das histórias de Roma




Dos tempos do primeiro século da era cristã.





Quando Otávio Augusto findava no seu tempo de governo sobre Roma depois de anos trabalhando para estabilizar o império, os poderes e uma sociedade que passou por um tempo de bastante instabilidade.
Augusto não estabeleceu um poder dinástico, não tendo filhos, ele foi obrigado a adotar o filho de sua mulher, Tibério, que foi proclamado imperador quando de sua morte em 14 d.C.
Tibério foi julgado com muita severidade pelos historiadores da antiguidade.
Ele foi o imperador durante a vida pública de Cristo, para alguns ele tinha uma psicologia de vida com comportamentos muito complexos.
Ele tinha um esplendor de sua família, a gens Claudiana.
Depois dele reinou seu sobrinho, o extravagante, desequilibrado Calígula, que tinha uma relação muito próxima a Herodes Agripa I, mas, Calígula quase provoca uma revolta dos judeus, quando exige que suas estátuas sejam colocadas em todos os templos pelo império.
Morreu antes dessa loucura ser completada.
O exército romano proclama o seu tio Cláudio como sucessor do trono, apesar de ser um bom administrador, Cláudio era muito fraco de espírito.
Depois dele foi sucedido pelo seu filho adotivo Nero, que teve o governo marcado pelo incêndio de Roma para 64, quando culpa os cristãos, e também pelo início da revolta judaica.
Nero era muito extravagante e foi sua loucura que fez com que uma conspiração pretoriana o afastasse do poder.
É depois sucedido por Vespasiano e depois por Tito os vencedores da batalha de Jerusalém.
O arco de Tito ainda pode ser visto imponente na cidade de Roma até os dias de hoje.





Rolland, Bernard - A Palestina no tempo de Jesus - Cadernos Bíblicos - 5 edição.



Por Elessandre Maciel

Da história dos pais da igreja





Clemente de Alexandria.





Tito Flávio Clemente, nascido de pais pagãos, seu pai era um militar do exército romano, e fez fortuna nas guerras com a Trácia.
Sua mãe foi uma filha de nobres gregos.
Clemente nasceu em 150 d.C., na cidade de Atenas.
Se converteu ao cristianismo por influência da mãe, que sempre o levava nas reuniões de oração que sua mãe foi uma fervorosa frequentadora.
Estudou filosofia em Atenas e depois foi para Alexandria estudar na famosa escola de Catequese da época.
Clemente era muito talentoso que se tornou o sucessor de seu professor Panteno.
Mas, tudo viria a mudar no ano de 202 d.C. quando uma grande perseguição aos cristãos se deu no Egito e a própria escola foi fechada, e Clemente partiu do Egito para nunca mais voltar.
Foi um escritor muito prolífero, dos mais importantes quatro deles foram totalmente preservados.
"Protreptikos", uma exortação dirigida aos gregos.
"Stromata", um brilhante apanhado de pensamentos variados que falam principalmente do relacionamento entre a fé e a filosofia.
"Paedagogos", uma instrução de ensino e conduta baseado nos ensinamentos de Cristo.
Sua obra mais conhecida na história patrística chamada de "Hypotyposes", um comentário de todos os livros das escrituras sagradas somente existem fragmentos e comentários sobre o mesmo em obras de outros autores.
Clemente foi um dos maiores influenciadores da espiritualidade cristã grega.



W. C. Weinrich, in Enciclopédia Histórico- Teológica - Ed. Walter A. Elwell - tradução Gordon Chown - São Paulo - Vida Nova - 2009.





Por Elessandre Maciel

Das cidades da Antiguidade

A CIDADE DE PELÚSIO Era uma cidade no extremo nordeste do Delta do Rio Nilo, a cerca de quase dois quilômetros do Mar Mediterrâne...