Dos tempos do primeiro século da era cristã.
Quando Otávio Augusto findava no seu tempo de governo sobre Roma depois de anos trabalhando para estabilizar o império, os poderes e uma sociedade que passou por um tempo de bastante instabilidade.
Augusto não estabeleceu um poder dinástico, não tendo filhos, ele foi obrigado a adotar o filho de sua mulher, Tibério, que foi proclamado imperador quando de sua morte em 14 d.C.
Tibério foi julgado com muita severidade pelos historiadores da antiguidade.
Ele foi o imperador durante a vida pública de Cristo, para alguns ele tinha uma psicologia de vida com comportamentos muito complexos.
Ele tinha um esplendor de sua família, a gens Claudiana.
Depois dele reinou seu sobrinho, o extravagante, desequilibrado Calígula, que tinha uma relação muito próxima a Herodes Agripa I, mas, Calígula quase provoca uma revolta dos judeus, quando exige que suas estátuas sejam colocadas em todos os templos pelo império.
Morreu antes dessa loucura ser completada.
O exército romano proclama o seu tio Cláudio como sucessor do trono, apesar de ser um bom administrador, Cláudio era muito fraco de espírito.
Depois dele foi sucedido pelo seu filho adotivo Nero, que teve o governo marcado pelo incêndio de Roma para 64, quando culpa os cristãos, e também pelo início da revolta judaica.
Nero era muito extravagante e foi sua loucura que fez com que uma conspiração pretoriana o afastasse do poder.
É depois sucedido por Vespasiano e depois por Tito os vencedores da batalha de Jerusalém.
O arco de Tito ainda pode ser visto imponente na cidade de Roma até os dias de hoje.
Rolland, Bernard - A Palestina no tempo de Jesus - Cadernos Bíblicos - 5 edição.
Por Elessandre Maciel
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