CONEXÕES
A cena parece irreal, mas não é
O mundo parece estar desmoronando,
Mas a centelha continua viva, mesmo parecendo morta
Nem quando a Inês é morta a esperança morreu de vez
Assim caminhamos na nossa situação.
O derramar da desgraça politica
O jornalista declama a trapaça
A mente e os olhos da descrença ao descaso se desvai
Esta é a minha vida e a realidade lá fora sevai embora
Não reclamo do mundo, pois na verdade o que é o mundo
Sempre na tela a esperança e a desgraça
No caminho diário eu me deparado sempre com os mesmos traços
Na vida, no dia
Na poça ou na abastança
Seja de que lado for, na esperança ou na desgraça
Se eu paro na padaria
Se eu leio o jornal de ontem com as noticias de anteontem
Não quero perder o jeito, mas ninguém realmente se importa
O meu, o eu, o ego, este caminho sem volta
Que desgraça que é o vazio politico
Mas é na esperança de uma estrada mais viva que o o sonho nunca vai morrer
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