DAS
PERSEGUIÇÕES NA IGREJA PRIMITIVA
Quando
do encerramento das perseguições imperiais aos cristão em meados do
seculo 4.
A
igreja estava plenamente estabelecida em praticamente todo o império
romano.
Apologistas
do passado, historiadores moderados, também afirmaram que um dos
motivos que incentivavam plenamente a conversão das pessoas ao
cristianismo era sua perseguição acentuada.
Pois
o exemplo que os mártires davam, causavam uma impressão tao grande
nos perseguidores e nas pessoas, que não conseguiam entender como
alguém poderia dar a vida pelo que acreditava, e isto fazia com
muitos buscassem a conhecer melhor o que era realmente o cristianismo
naquele tempo.
Historiadores
como Wolf e Serdeman sugerem que a erradicação do cristianismo não era
um objetivo irrealista,
Pois
algumas religiões orientais estavam praticamente se extinguido.
O
maniqueismo finalmente deixou de existir já naquela época devido a
intensas ações dos imperadores cristãos, bem como dos xás zoroastristas da Pérsia (Futuro Irã).
O
budismo já não tinha influencia no ocidente, bem como no oriente
médio, apenas na Índia e na Ásia e que continuou plenamente.
Editos
de tolerância religiosa como os emitidos por Galério em 311 e também
os que foram emitidos por Constantino e Licínio em 313, não eram
exatamente uma novidade, apesar destes serem especificamente para o
cristianismo.
Os
Imperadores Décio e Diocleciano tinham publicado alguns editos de
forma não tão nítida, mas similar e com certa tolerância a vários
grupos religiosos que compunham todo o império romano.
O
longo reinado de Constantino realizou uma transformação permanente no
império.
Todos
os imperadores subsequentes a Constantino, exceto um (Juliano, que
governou entre 361 e 363). eram todos cristãos.
O
que também transformou plenamente a igreja de Cristo, pois o poder
crescente a igreja de Roma, absorveu e suplantou todas os outros
centros do cristianismo primitivo, tais como Alexandria, Antioquia,
Éfeso, etc.
Mas
o que ficou plenamente claro e que Constantino fizera um pacto
faustiano com o Cristianismo.
Por
Elessandre Maciel
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