sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

DA HISTÓRIA ECLESIÁSTICA






DAS PERSEGUIÇÕES NA IGREJA PRIMITIVA





Quando do encerramento das perseguições imperiais aos cristão em meados do seculo 4.
A igreja estava plenamente estabelecida em praticamente todo o império romano.
Apologistas do passado, historiadores moderados, também afirmaram que um dos motivos que incentivavam plenamente a conversão das pessoas ao cristianismo era sua perseguição acentuada.
Pois o exemplo que os mártires davam, causavam uma impressão tao grande nos perseguidores e nas pessoas, que não conseguiam entender como alguém poderia dar a vida pelo que acreditava, e isto fazia com muitos buscassem a conhecer melhor o que era realmente o cristianismo naquele tempo.
Historiadores como Wolf e Serdeman sugerem que a erradicação do cristianismo não era um objetivo irrealista,
Pois algumas religiões orientais estavam praticamente se extinguido.
O maniqueismo finalmente deixou de existir já naquela época devido a intensas ações dos imperadores cristãos, bem como dos xás zoroastristas da Pérsia (Futuro Irã).
O budismo já não tinha influencia no ocidente, bem como no oriente médio, apenas na Índia e na Ásia e que continuou plenamente.
Editos de tolerância religiosa como os emitidos por Galério em 311 e também os que foram emitidos por Constantino e Licínio em 313, não eram exatamente uma novidade, apesar destes serem especificamente para o cristianismo.
Os Imperadores Décio e Diocleciano tinham publicado alguns editos de forma não tão nítida, mas similar e com certa tolerância a vários grupos religiosos que compunham todo o império romano.
O longo reinado de Constantino realizou uma transformação permanente no império.
Todos os imperadores subsequentes a Constantino, exceto um (Juliano, que governou entre 361 e 363). eram todos cristãos.
O que também transformou plenamente a igreja de Cristo, pois o poder crescente a igreja de Roma, absorveu e suplantou todas os outros centros do cristianismo primitivo, tais como Alexandria, Antioquia, Éfeso, etc.
Mas o que ficou plenamente claro e que Constantino fizera um pacto faustiano com o Cristianismo.




Por Elessandre Maciel



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