DAS
DIFERENÇAS NA REFORMA PROTESTANTE
No
século XVI, os três ramos da Reforma Magistério ( luteranos,
reformados e anglicanos) que formavam os principais ramos dos
protestantes, mas haviam outros pequenos grupos, permaneceram
relativamente estáveis. Porém, no século seguinte eles sofreram
rupturas e geraram novos movimentos. O luteranismo viu surgir o
pietismo, com sua forte ênfase na experiência e na emoção
religiosa; o anglicanismo, dividido entre ritualistas e puritanos,
deu origem aos congregacionais, aos batistas e mais tarde aos
metodistas. Os reformados tiveram uma seria controvérsia no início
do século XVII, na Holanda, onde se defrontaram calvinistas
ortodoxos e seguidores do pastor e teólogo Jacó Armínio, os quais
rejeitaram a doutrina calvinista clássica em favor da posição de
Erasmo de Rotterdam e dos anabatistas, favorável ao sinergismo e
ao livre arbítrio. Essa tentativa de reforma da teologia reformada
acabaria gerando uma nova teologia protestante - o arminianismo.
Menno
Simmons é um nome pouco conhecido nos dias de hoje, mas no século
XVII, foi um daqueles homens raros que ouvem o chamado de Deus para
suas vidas.
Não
foi um teólogo sistemático, nem tão pouco, escreveu obras além de
seu tempo.
Mas
se recusou a aceitar a reforma protestante apenas como uma forma
correta de cristianismo.
Ele
acreditava que a igreja tinha que viver o amor de Cristo a todos os
momentos, muitas denominações e movimentos ate certo ponto radicais
e algumas fundamentalistas, tem a sua raiz nos ideais de Menno
Simmons.
Muitos
deles sofreram perseguições ate nos próprios países de maioria
protestante, devido a posicionamentos radicais
Simmons
foi um dos precursores do movimento que ficou conhecido como
anabatistas, que eram extremamente fundamentalistas.
Por
Elessandre Maciel
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