0 CRESCENTE FÉRTIL E SUAS REGIÕES
A
antiga história do Crescente Fértil, tem um grande pano de fundo no
Antigo Testamento, pois se acompanha o surgimento e queda de vários
impérios, na área dos rios Tigre e Eufrates. Assim sucessivamente
se levantam a Assíria, ao qual o reino do norte viria a sucumbir, a
Babilônia, que sob Nabucodonosor viria a destruir Jerusalém e levar
muitos do povo ao exílio. Muitos destes povos e nações, foram por
muito ridicularizados como invenção dos judeus e cristão, pois
povo como os os hititas, o reino de Mari, o rei Asurbanipal da
Assíria, entre tantos outros, pois somente a Bíblia fornecia
informações sobre estes povos, mas a arqueologia acabou por
comprovar tantos estes povo quanto outros.
Quando
no seculo 18 o palácio do rei hitita foi plenamente comprovado e os
tabletes de escrita cuneiforme que mostrava a forma de administração
do reino de Mari foi apresentado para a classe cientifica, causaram
um extremo alvoroço na comunidade cientifica e também em muitas
igreja e escolas de pensamento, pois naqueles tempos, a teologia
liberal que contesta a veracidade de muitos livros, povos e pontos
teológicos estava sendo plenamente desenvolvida e angariando inúmeros
adeptos pelo mundo afora, mas a arqueologia fez um grande estrago em
estes.
Assim
a historicidade de grandes império como o Medo-Persa, ao qual se
permite a volta do povo para reconstruir Jerusalém, não poderia ser
mais questionado, afinal o cilindro de Ciro o grande, que foi
apresentado por arqueólogos no Museu Britânico, trazia escrito
exatamente o edito de permissão para os judeus voltarem a Jerusalém e
reconstruíssem o templo, ao tempo também que a história e a
arqueologia provavam ao mundo o gigantesco testemunho em pedras do
que foi um dos maiores impérios do passado, o grego-macedônio, que
sob Alexandre Magno, que estabeleceu sua hegemonia da Grécia até a
Índia. Naturalmente incluindo a Palestina.
Uma
política de Alexandre, era impôr a cultura helênica, pois como
aprendeu com seu mestre, o grande filósofo Aristóteles.
Pois
mesmo depois de sua morte, a influência do helenismo ficou presente
por séculos.
O
que muito tempo depois, causou várias revoltas entre os judeus e também de outros povos sub-jugados.
Por Elessandre Maciel
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